General Motors e Senai se unem para consertar respiradores de hospitais

Já foram mapeados mais de três mil respiradores que não estão em operação.

Foto de homem com uniforme de proteção para não se contaminar com coronavírus segurando e mostrando aparelho respiratório em fábrica.
A ideia é atingir todos os hospitais para identificar outros respiradores que precisem de manutenção. (crédito da imagem: divulgação)

A General Motors atua em conjunto com o Ministério da Economia, SENAI, Associação Brasileira de Engenharia Clínica (Abeclin) e outras montadoras para unir uma força-tarefa no conserto de todos os respiradores que não estão funcionando no Brasil, por meio da iniciativa + Manutenção de Respiradores.

O intuito é aumentar o número de aparelhos disponíveis para atender pacientes graves infectados pelo vírus Covid-19. O objetivo é consertar 100% desses equipamentos. A logística dessa ação busca esses aparelhos nos hospitais, levar até uma fábrica mais próxima, consertar com a mão de obra técnica voluntária treinada pelo SENAI. Depois de estar funcionando bem, retorna ao hospital de origem para ser usado no combate ao Covid-19, conhecido como coronavírus.

Nesta semana já foram recolhidos 22 aparelhos do Hospital Geral de Heliópolis e enviados para conserto na fábrica da GM, em São Caetano do Sul (SP).

Se algum interessado ou hospital queira entrar em contato com essa ação, ela precisa enviar dados básicos sobre os ventiladores pulmonares que estejam fora de uso por necessidade de manutenção ao e-mail: codia@mdic.gov.br. Nessa mensagem, precisa ter as seguintes informações: 1) marca/modelo/defeito; 2) motivo para não ter sido reparado (recurso financeiro/falta de avaliação); 3) tem acessórios para utilizar?; 4) localização do equipamento; e 6)ponto focal para contato direto: nome, telefone, celular e e-mail.