Cartilha sobre instrumentos da economia verde propõe leitura crítica da Rio+20

8129Para colaborar por um debate qualificado sobre os principais mecanismos de economia verdade, com explicações detalhadas e exemplos de iniciativas, a cartilha O Lado B da Economia Verde – Roteiro para uma cobertura jornalística crítica da Rio+20 é realizado para ajudar jornalistas envolvidos na cobertura da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, conhecida como a Rio +20. São abordados temas como mercado de carbono, Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL), Redução de Emissão por Desmatamento e Degradação, Conservação, Manejo Florestal Sustentável (REDD) e Pagamento por Serviços Ambientais (PSA).

Produzida em parceria da Fundação Heinrich Boell com a Repórter Brasil, a cartilha traz uma análise sobre o novo ambientalismo de mercado que tem permeado os debates em torno da perspectiva de seus críticos. Uma das principais pautas da Rio+20, a economia verde ainda carece de consenso entre os negociadores dos Estados-membros das Nações Unidas quanto à sua conceituação e definição. Grosso modo, porém, seus proponentes apostam em um uso mais economicista dos recursos naturais – rebatizados de capital natural, defendendo novas regras de lucratividade inerentes à preservação ambiental, para que ela se justifique.

Abordando este debate numa perspectiva crítica, a cartilha traça um quadro das várias forças que deverão atuar na Rio +20, focando em seguida nos principais instrumentos já criados ou propostos para fortalecer o ambientalismo de mercado. Além de explicar criticamente o funcionamento destes instrumentos, a cartilha aborda seu status no Brasil e traz exemplos polêmicos de sua aplicação no país.

Serviço:

Confira a cartilha O Lado B da Economia Verde – Roteiro para uma cobertura jornalística crítica da Rio+20: http://bit.ly/M9gDiV